Afiadas

Cinco amigas cheias de criatividade e pontos de vista diferentes.

To be or not to be?

dois_caminhos
Fazemos escolhas o tempo todo. Quando acordamos, pensamos na roupa e nos sapatos que vamos vestir para sair de casa. Abrimos a porta e logo temos que nos decidir se vamos descer de elevador ou escada. Como é costume levantar cedo para ir trabalhar, aposto que a grande maioria usa o elevador. E para seguir nosso trajeto, vamos de carro, taxi, ônibus, metrô ou barca?

No final da adolescência precisamos decidir logo que profissão vamos escolher para ser nosso ganha pão. Quando acabamos a faculdade também optamos por participar – ou não – da festa de formatura e da colação. Uma enxurrada de perguntas invade nossas mentes com as opções que podemos seguir: vou fazer pós, mestrado, doutorado, pós-doutorado? Ou seria melhor entrar logo no mercado de trabalho?

Temos a chance de decidir os amigos que nos acompanharão ao longo da nossa vida. Alguns passam uma temporada, outros uma estação inteirinha e talvez poucos, mas bons amigos, ficarão a vida toda dividindo histórias e compartilhando memórias ao seu lado.

Não escolhemos nossos pais, nem nossos parentes, nem nossos irmãos e filhos. Mas tivemos a possibilidade de escolher alguém para dividir a vida e construir uma família. Alguns optam usando o coração. Já outros, a pura razão. Não importa! Não estamos aqui para julgar ninguém. O fato é que independente da forma como suas escolhas foram feitas, você deve arcar com as suas consequencias.

O relógio não para enquanto tomamos nossas decisões. Muitas vezes temos que optar por um caminho de supetão e seguir adiante. Não temos certezas e essa, ao menos para mim, ainda é a graça da vida. Assim, posso vivê-la de acordo com as surpresas que vamos encontrando pelo caminho, sejam elas para o bem ou para o mal.

Lápis e papel na mão: você é o autor da sua própria história. Não responsabilize suas atitudes com base no comportamento de outrem pois isto não pode, e nem deve, influenciar a sua forma de ser, agir ou pensar. Escolha sempre ser autêntico e seguir sua intuição.

Por mais que Martha Medeiros diga que a felicidade é uma mistura de sorte com escolhas bem feitas, eu prefiro seguir com Exupéry e me tornar eternamente responsável pelo que cativo. Nem que seja sua atenção e ponderação ao terminar de ler esse texto.

Cyn

***Se você possui os direitos autorais sobre qualquer imagem e deseja que elas sejam removidas deste blog, por favor entre em contato.***

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Um comentário em “To be or not to be?

  1. Lais Fonseca
    26 de novembro de 2014

    Perfeito! Parabéns pelo texto.

    Curtir

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Publicado em 25 de novembro de 2014 por em Ponto de Vista.
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