Afiadas

Cinco amigas cheias de criatividade e pontos de vista diferentes.

Mamãe e Astrologia

Astros

Sabe aquelas pessoas que gostam de astrologia, tarot, numerologia e o que mais de oculto existir? Então, essa sou eu. Não sei ao certo quando comecei a gostar de ler sobre estes assuntos. Desde que eu me entendo por gente, é um assunto que me fascina.

Lembro que, quando eu era criança, perguntava a minha mãe qual era meu signo e, então, ia ler a respeito. Descobri que, além do signo, temos ascendente, temos a lua e mais diversas outras posições planetárias que, teoricamente, influenciam a formação do nosso ser e até o nosso destino. Com o passar do tempo, acabei tendo os meus signos preferidos também.

Quando eu estava grávida, descobri que seria mãe de uma aquariana. E lá fui eu, mais uma vez, ler tudo sobre a criança aquariana. Na verdade, se não tivessem errado a contagem de semanas no primeiro ultra-som, minha filha teria nascido na semana do meu aniversário e seria capricorniana como eu. Gosto de acreditar que nada acontece por acaso, e ela ter nascido de 41 semanas – e não 39 semanas como acreditávamos – deu a ela a chance de nascer em um mês diferente do meu. O que eu não esperava é que a minha aquariana com ascendente em peixes fosse ter uma personalidade tão forte e marcante, uma mente tão rápida e ágil e que fosse me fazer questionar toda a minha leitura de anos de lazer astrológico.

Obviamente, existe o meu lado coruja que me faz achar a minha filha a criatura mais fantástica e fascinante que já tive a oportunidade de conhecer e conviver. Na minha ingenuidade materna, achava que uma boa leitura em um livro sobre como criar sua filha mais a descrição astrológica seria praticamente um conjunto perfeito para saber manusear e lidar com a minha criaturinha divina.

Mal sabia eu que não existe manual para se criar um filho. Filho não vem com fórmula e nem com dica. Educar também não é uma receita: o que funciona com uma criança, não necessariamente funciona com outra. Ao longo desses mais de três anos e meio de maternidade, pude perceber que não tem astrologia, nem numerologia e nem tarot que funcione melhor do que o instinto materno e este continua sendo o meu melhor guia para lidar com a minha florzinha.

Cyn

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Publicado em 2 de setembro de 2014 por em Ponto de Vista.
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